segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Mar indistinto

Navego estoicamente, impetuoso, sobre aquele mar indistinto
Vou de encontro aos teus clamores, no qual já parecia ter se extinto
Mar tão límpido, a essência de um jacinto
Olhar faminto, daquele mar indistinto.
Junto aos devaneios do mar
A sede angustiante pela meta balbuciante
Cruel desejo, triste lacrimejo
Um simples descuido, o lampejo do luar 
Lindo mar, indistinto mar!
Vim aqui pra abençoar teus devaneios
Harmonizar teus balanceios
Lindo mar, mar indistinto...